sábado, 21 de janeiro de 2012

Teaching english everyday!

Segunda semana de aula, e a experiência está sendo ótima. Estou dando aula em uma High School para alunos de 16  - 18 anos, inicialmente sobre o Brasil. Próxima semana, eu começarei a montar minha Job Description para as outras semanas. Os estudantes daqui são bastante interessados, apesar de serem bastante tímidos para falar inglês. É engraçado perceber como eles estão envolvidos com a aula, e que ficam super curiosos e cheio de dúvidas sobre o Brasil, mas na hora das perguntas eles ficam com vergonha pelo fato de poderem pronunciar errado alguma palavra, ou não saber como perguntar. Mas fora da aula, eles são muito comunicativos. Todos querem conversar comigo sobre o Brasil, saber o que eu faço lá, novamente perguntam como eu sou brasileira se eu sou branca e se eu sei dançar samba. Falando em samba eu tive até que ensinar a dançá-los, como se eu soubesse né? Mas o que eu sei para a Hungria, parece tá bom! Abaixo segue uma foto com meus alunos:


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Nunca mais eu invento de tomar banho de banheira

Hoje resolvi me dar ao luxo de tomar banho de banheira. Mudei de família, e a banheira parecia tão boa e convidativa que eu resolvi aceitar o desafio e fui ao seu encontro. O banho foi bastante tranquilo até o seu final, quem disse que eu conseguia esvaziar a banheira? Comecei a me desesperar, não queria chamar a dona da casa, então comecei a observar tudo no banheiro que poderia me ajudar a destampar a banheira, e não encontrei NADA. Olhei para a escova de dente do pai dela, e não tive dúvidas era ela que ia me ajudar. Foi ai que tudo começou, tenta puxar com a mão, colocava a escova e NADA. Então tive que ficar segurando por um bom tempo o abridor da banheira com a mão e a escova, isso demorou uns 30 minutos. Como vi que não tava adiantando, achei um balde no banheiro e comecei a tirar a água e colocar na privada, foi ai que a água foi reduzindo e eu  consegui destampar! Tempos depois chega minha host perguntando se tá tudo bem, por que eu tava demorando muito. Enfim, deu tudo certo. Só não sei como tá a situação da escova de dente! 


domingo, 15 de janeiro de 2012

Vidinha difícil

Esse final de semana, resolvi comemorar meu aniversário em Budapeste. Não poderia ter feito uma escolha melhor. A cidade é muito agitada, em relação as outras cidades na Hungria e a noite do fim de semana é ótimo.    Hoje fomos no Heroes Square e aproveitamos para patinar. Mas vou confessar que a sensação térmica não é nada agradável, principalmente quando está ventando muito. Falando em sensação térmica, resolvemos ir pra uma piscina térmica em pleno inverno. Não vou negar que a piscina estava ótima, super quente. Mas não tinha mais engraçado do que ver as pessoas saindo da piscina. Ninguém aguenta o frio, então é todo mundo correndo a hora toda!


Voltando de Budapeste para a minha cidade, tivemos um problema no trem. Pegamos o trem errado, e não sabíamos que tínhamos que comprar um novo ticket. Uma húngura chegou  no lugar que eu estava sentada, e falou que eu estava sentada no lugar dela. Mas eu comecei a tentar explicar que eu estava no meu lugar, foi ai que todos começaram a se manifestar  e em húngaro. Comecei a não enteder nada, e comecei a falar inglês e perguntando se alguém sabia falar, mas não, ninguém sabia. Todos só falavam húngaro no trem, o cara que cobrava o ticket chegou, a comunicação não foi muito fácil, mas como em qualquer lugar no mundo, dinheiro resolve tudo. E foi isso que fizemos, tivemos que pagar a mais!

Mudei de família novamente, e as pessoas aqui são ótimas! O pessoal daqui gosta de comer muito, e beber também. Vinho não falta em nenhuma refeição, nem a famosa Pálinka.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pálinka almost everyday!

Antes de falar da Pálinka preciso colocar as novidades em dia! Então começando pelo último dia em Eger, como eu já disse passei o final de semana em uma cidade no interior da Hungria e que quando tem festa, todos comparecem por que é a única festa da cidade [...]. Então domingo, a festa era na Broadway, e ela ficava localizada nada mais, nada mesmo que debaixo da igreja mais famosa da cidade:


Voltando de Eger, me mudei para Szerencs outra cidade no interior. Visitei a escola que eu vou dar aula, e essa semana me tornei aluna do segundo ano. Não vou negar que meu húngaro já tá começando a ficar razoável, os húngaros são ótimos, muito receptivos e amigáveis, todos querem saber sobre o Brasil. E a pergunta, ou afirmação que eu escuto todos os dias: Você não pode ser brasileira, por que você é branca. Sim, todos falam isso! Além de pedirem para que eu dance samba, e sim já dancei! Outra costume aqui na Hungria, o beijo é mais importante do que o sexo. Se você beija alguém, é por que você tem sentimento pela pessoa, se você só quer ficar por ficar, é só sexo sem beijo. (aprendizado com minha irmã). Falando em irmã, minha host family é ótima. E duas coisas que os húngaros não vivem sem: Pálinka, a bebida típica daqui e comida. Eles comem 24 horas por dia, isso pode ser visto através do meu novo físico nas fotos postadas no face.


E para quem não acreditava na minha fluência no inglês, preciso dizer que: my english is very good! hahaha Nem preciso mas parar pra pensar, ele simplesmente flui!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Baladinha no interior da Hungria

Chegando na Balada em Eger, interior da Hungria nos deparamos com esta placa:



Não foi preciso demorar muito para perceber que esta placa fazia totalmente sentido. 
1° - Mulher não paga a balada
2° - Devido ao fato da primeira opção, a balada é composta por 75% de mulheres doidas procurando homem, por que sabem que eles vão estar presentes e procurando por elas.
3°- Eles sabem que elas vão estar competindo uma com a outra por eles, afinal mulheres são mulheres.

Mas falando um pouquinho sobre a balada, como a cidade era de interior todos só frequentam ela no final de semana o que faz com que ela fique bem lotada. E não, a balada não toca música húngara, só internacional.

Falando nisso, encontrei até Justin por lá:


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nem tão diferente assim ...

4 dias na Hungria, e as coisas já estão começando a ficar menos estranhas. Não estranho mais ter que entrar em casa e tirar o sapato, tomar água da torneira, ou água com sabor, tomar banho de banheira e ter que ligar a luz do lado de fora de qualquer lugar que você for.

As coisas aqui são muito baratas, o que faz me deixar mais confusa do que já sou quando o assunto é dinheiro. 1 euro é igual a 310 Forint. Então aqui é normal comprar algo por 12.000. E o frio de Miskolc nem se fala, nem se compara a Berlim, é a cidade mais fria da Hungria. Então se algum dia vocês resolverem conhecer Miskolc no inverno, torçam para que não esteja ventando. A experiência ontem não foi das melhores.

Ontem teve um encontro com o pessoal da AIESEC de Miskolc e eles até que não são tão calmos, como a cidade parece ser. Provei da bebida típica daqui, a famosa palinka (que segundo eles é uma bebida forte, mas não supera a nossa cachaça) e pra terminar o dia de ontem, karaokê em húngaro. Não vou negar, vou trocar o inglês pelo húngaro!


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Most mennem!

Agora sim, cheguei na Hungria! Depois de uma semana maravilhosa em Berlim, era hora de arrumar as malas e começar a vida séria novamente. Fui muito bem recepcionada  por Ádám, que logo de cara me presenteou com um chocolate. Muito bom por sinal!


Para os que estavam curiosos em relação ao meu desempenho no inglês, acho que foi satisfatório. Consegui me comunicar do aeroporto até a casa dele, acho que isso é um bom sinal. Já senti uma rotina diferente dentro da casa, não se anda de sapato por aqui e o banho é dentro de uma banheira com um chuveirinho. Não vou negar que este estilo de banho não me agradou muito, mas é a vida! A única coisa que está me deixando agoniada é que o pessoal na casa não pára de falar húngaro no corredor, então entender se tão falando bem ou mal de mim, vai ficar da minha interpretação. 

domingo, 1 de janeiro de 2012

Happy New Year

Infelizmente não pude postar um dia antes do ano novo, mas não tiveram fatos marcantes até chegar o ano novo. O ano novo aqui em Berlim foi simplesmente INESQUECÍVEL. Saímos 19:00 de casa por que eu precisava comprar um casaco, que permitisse que eu aguentasse o frio da madrugada. Mas foi uma tentativa em vão, todas as lojas estavam fechadas. Concluía-se que eu já iria começar o ano virando um picolé. A saída foi comprar bebida para aguentar o frio, então aproveitando minha fase PHYNA, compramos três garrafas de prosseco, colocamos na mochila e rumo ao Brandenburg Gate, onde rompemos o ano. Chegando lá, descobrimos que não podia entrar com garrafas, e que a polícia poderia ter nos revistado, mas não o fizeram. Então estávamos na vantagem, tava muito frio mas tínhamos muita bebida. Até que quando íamos passar para o outro portão, ... fail! A polícia tava revistando TODOS. Então já vai a gente tomar logo uma garrafa antes da virada do ano, e comprar garrafinhas de água pra colocar o prosseco.


Rompemos o ano, e encontramos um grupo de brasileiros no banheiro. E foi aí que o ano novo começou de verdade! Já não bastava as cervejas que tínhamos tomado, mais as três garrafas de prosseco, viramos tequila, mais cerveja, mais cerveja e mais cerveja, shot de vodkas e decidimos ir pra uma balada! Uma não, o local era um terreno grande, mais em cada casa que você entrava tinha uma balada diferente. Infelizmente eu esqueci que quando eu bebo eu viro Rhyca por alguns instantes, foi a riqueza com maior prejuízo da minha vida. Esqueci que euro definitavamente não é real!

Chegando na balada um alemão veio conversar em inglês comigo, dessa vez meu estado de sobriedade não me ajudou muito. Não conseguir entender nada, então as únicas palavras que saiam eram: yes and no. Não sei por que, mas parecia que o diálogo estava fluindo, por que foi o tempo suficiente para thiago sumir. Como eu estava com o grupo de brasileiros, não me preocupei. Até que chegou a hora de ir, mas cadê Thiago? Thiago havia desaparecido. Procuramos ainda pela boate, mas só tava a bolsa dele e o casaco, não podíamos fazer muita coisa, então voltamos para casa de metrô. Nunca vi tanta gente bêbada dentro do metrô, como ontem. Apesar daqui na Alemanha ser muito comum, ter muita gente bêbada na rua. As pessoas bebem 24horas do dia aqui,e  o preço da bebida contribui para isso. Aqui é tudo muito barato.

Chegamos no Hostel, ainda aguardei Thiago até às 9:00 da manhã e nada. Fui dormir, já pensando em como iria falar com a polícia em alemão caso ele não aparecesse! Mas ocorreu tudo bem, quando eu acordei ele já estava no quarto. Ele simplesmente tinha saído da boate que estávamos, para outra e terminou dormindo no sofá. O lado negativo disso tudo foi que ele teve que voltar sem casaco, sem luva e sem nada, já que estava tudo comigo.

E pra finalizar a última noite na Alemanha, terminamos indo pro Hard Rock Cafe. Muito bom o local por sinal. O único problema foi a fila de duas horas. Mas fechei o dia com chave de ouro. Agora é hora de arrumar a mala, que o intercâmbio vai começar de verdade! Rumo à Hungria!